BLOCK 3: SCREENWRITING

Oi, gente! No meu terceiro bloco fiz uma matéria que eu sempre tive muita vontade e curiosidade de fazer: Roteiro (em uma tradução aproximada). E como o Block Plan não é fácil para ninguém, eu tive que escrever um script de um filme, com no mínimo 40 páginas. Ou seja, mais uma história para essa minha cabeça inventar.

Mas antes de entrar em detalhes sobre isso, vamos começar pelo começo. A minha professora fantástica (mais uma vez e como sempre, sem exageros) especificou que iríamos escrever o script de um filme, ou seja, no mínimo 90 páginas. Mas nem tudo no Block Plan é insano, então ela só pediu parar escrevermos o primeiro e metade do segundo ato. Ufa.

Logo na segunda aula a gente já teve que elaborar três diferentes histórias, para termos opções e com a opinião dos nossos colegas, escolhermos a que realmente queríamos escrever. Eu adoro pensar em histórias, a minha imaginação se solta e vem cada coisa louca na minha cabeça, mas quando me pedem para fazer isso, eu bloqueio.

Eu enrolei até o último momento para sentar e decidir sobre o que eu queria escrever. Eu sabia que não queria um romance ou uma comédia, então decidi que seria uma aventura ou um filme de suspense. Acabou que depois de ter as três ideias e discutir com os meus colegas, eu escolhi o suspense. Suspense, não terror. Eu odeio filmes de terror.

Escrever um script é completamente diferente de escrever um livro ou um conto, seja na elaboração quanto na configuração. São programas diferentes e regras diferentes. Então antes de mergulhar no script, eu precisei aprender a usar um programa específico e quando e o que é usado em determinado momento. Por incrível que pareça, não é assim tão difícil, mas requer muito mais atenção do que só sentar na frente do computador e deixar fluir.

Durante o bloco nós lemos diversos scripts e depois assistimos os filmes, assim os dividíamos em três atos (como são todos os filmes, mas cada um é diferente do outro, não existe uma regra). Fazendo isso era possível analisar os furos no roteiro, ou coisas que não cabiam no momento que estavam, o que o cada personagem estava pensando ou até mesmo como o diretor interpretou o que o escritor colocou na página. Uma regra importante é nunca colocar no script orientação de câmera, esse trabalho é do diretor e do cinegrafista. Claro que o escritor tem que mostrar como será a cena, mas de um ponto de vista da história, não de direção.

Claro que aqueles escritores que já têm o seu nome no mercado conseguem fazer essas “regras” não serem sempre aplicadas, mas para um iniciante, não tem possibilidade. Isso é uma das coisas citadas no único livro que lemos no bloco, Screenplay: Writing the Picture de Robin U. Russin e William Missouri Downs. Mais uma vez, eu não sei se alguma livraria no Brasil tem o livro disponível, mas no site da Amazon tem (como tudo no mundo) e eu vou deixar o link aqui.

Eu não vou explicar como é a minha história nesse post, até por que tenho outros planos para ela e quero manter para mim até que tenha tudo resolvido, como um final decente, o que vai acontecer com cada personagem e afins… Se alguém tiver interesse de saber alguma coisa a mais sobre essa matéria ou como escrever um script, é só avisar.

E eu não posso esquecer que os programas para escrita de script são comprados. Mas todos nós sabemos que com o jeitinho brasileiro a gente consegue tudo, não é mesmo? Final Draft e Celtx são os dois disponíveis e mais famosos para e recomendados pela minha professora. Ela tem o Final Draft que é mais caro, por que afinal de contas, é a profissão dela. Lembra quando eu falei que ela era fantástica? Então, ela é tão fantástica que vota em premiações, como o SAG Awards na categoria Best Screenplay e também conhece a Meryl Streep.

Enfim, acho que o meu terceiro bloco pode se resumir assim, mais uma experiência maravilhosa para a minha lista de melhores experiências da vida. Uma carreira que eu nunca tinha considerado seguir e que agora está no topo das minhas opções. Espero que tenham gostado de saber um pouco mais como foi a minha aula de Screenwriting. Até o próximo post. Beijos!

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